Testemunhar e anunciar a alegria do Cristo Ressuscitado com a nossa vida

A alegria do Cristo Ressuscitado não é um sentimento passageiro, mas uma realidade que veio para ficar dentro da Igreja e transbordar nos relacionamentos de cada família cristã.

Então, podemos afirmar que esta alegria é uma proclamação de fé, que pede de nós atitudes que provem isso! Somos o povo do Senhor Ressuscitado, que também traz as marcas do Crucificado! 

“Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. (Jo 20,19-31).

Assim como Tomé, somos convidados a anunciar a alegria de pertencer a quem nos salvou e salva todos os dias. Saiba como!

Por que a alegria do Cristo Ressuscitado?

Entramos no Tempo Pascal, o momento tão esperado pela Igreja, porque revela o acontecimento que orienta toda nossa vida e caminhada de fé. É por causa da ressurreição que somos cristãos em plenitude. Eis a maior verdade: Ele venceu a morte!

Mas quem é o Senhor Ressuscitado? O Evangelho nos explica por que os apóstolos se alegraram em ver o Senhor:

  • “Jesus entrou e pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor” (Jo 20,19-31). O Ressuscitado restabelece a paz onde chega!
  • Eles insistiram com Jesus: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou (…) Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. Nisso os olhos dos discípulos se abriram” (Lc 24,13). Jesus alimenta a alma!
  • “E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo” (Jo 21,15). O Ressuscitado perdoa e restaura os laços fraternos com Ele e com a comunidade.

Essas são apenas algumas passagens das aparições do Senhor vivo. Há muitas outras nos Evangelhos e tantas que não estão escritas. No entanto, a alegria do Cristo Ressuscitado é clara e real, não é um sentimento, mas a certeza de uma presença insubstituível.

A alegria do Cristo Ressuscitado, maior anúncio da Igreja

“Pois Nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17,28), ou seja, tudo que somos, fazemos e esperamos gira em torno dessa verdade: Cristo vive para sempre. E quem prova isso? O Evangelho e a Igreja, que se mantém em pé após dois mil anos de experiência.

Mas o Ressuscitado provocou muitos sentimentos nos apóstolos! Imagine a experiência de ver o Senhor vivo após tê-lo visto crucificado?! Porém, o maior de todos os sentimentos foi a alegria – fruto de uma certeza que não tem fim! Eles viram, tocaram, comeram com Ele!

Então, a alegria é resultado de uma experiência com o Senhor! Experiência que passa pelas nossas vidas marcadas por dores, feridas e pecados. Se Cristo saiu do sepulcro, nós saímos desses túmulos que programam nossa morte antes do tempo.

Assim, essa experiência feliz se transforma em anúncio: “Maria Madalena correu para anunciar” (Jo 20), em serviço, em caridade, em perdão, em vida fraterna, em testemunho, em santidade, em vocação. A alegria é uma marca do ressuscitado.

Na prática, como ser sinal do Ressuscitado para o mundo?

O Papa Francisco disse:

“A Páscoa de Cristo fez explodir no mundo a novidade do diálogo e da relação, novidade que para os cristãos se tornou uma responsabilidade. De fato, Jesus disse: ‘Disso saberão que sois meus discípulos: se amarem uns aos outros’”.

O Tempo Pascal é uma explosão de novas atitudes no cotidiano da vida. É fato que Cristo ressuscitou e isso nos deixa felizes, mas situações difíceis continuam; lá fora as coisas não mudam, somos nós que mudamos e transformamos as situações.

A partir da alegria do Cristo Ressuscitado, enfrentamos a vida, vamos à luta, abraçamos o outro, estendemos a mão a quem precisa, denunciamos a injustiça, fazemos da nossa vida uma missão. Ou, como disse o Papa, dialogamos e nos relacionamos com caridade.

Logo, fazemos da vida um lugar para plantar a semente do Evangelho e colher muitos frutos do Espírito. Não é fácil, mas é possível, porque encontramos a motivação necessária: somos amados e amadas por um Deus feliz, que inventou a felicidade!

 

Testemunhamos a alegria do Ressuscitado na vida cotidiana

Já temos motivos suficientes para acreditar que a alegria é uma característica do Cristo Ressuscitado. Esse fruto acompanhou os Apóstolos no anúncio da Igreja, no início do cristianismo e permanece na vida de toda pessoa que se aproxima do Senhor.

E, atualmente, muitos homens e mulheres fazem a mesma experiência dos primeiros discípulos e com a Igreja atualizam a alegria de pertencerem a Deus em meio ao mundo desafiador; entre esses está a Comunidade Recado, cujo carisma é o louvor e a alegria. 

A comunidade Recado, assim como todo Cristão é chamada a anunciar essa Boa Nova: Jesus Ressuscitou! Aleluia! Por isso, o nome Recado expressa o desejo e a missão de levar esse Recado de amor e de alegria a todos os homens

Logo, o louvor e alegria são importantes em nossa vida e missão: ao reconhecer que Jesus está vivo, vivemos o louvor; nesse reconhecimento nosso coração se enche de alegria. É pelo Louvor e Alegria que somos impulsionados a anunciar e proclamar essa boa nova.

A Comunidade Recado vive o louvor como reconhecimento ao Senhor por seu amor misericordioso, como também oferece ao Coração de Jesus adoração e serviço através das artes. Isso também exige sacrifícios, ofertas e renúncias, mas nada se compara a alegria. 

E assim, a Comunidade Recado segue comunicando o louvor e a alegria a todos, através da busca pela santidade, na evangelização e na missão. Vamos embarcar nesta aventura!

Quem pode nos ensinar a louvar? Nossa Senhora das Graças a mestra do louvor 

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Rezemos uns pelos outros

“A intercessão é uma oração de petição que nos conforma de perto com a oração de Jesus. É Ele o único intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, em particular dos pecadores. Ele ‘pode salvar de maneira definitiva aqueles que, por seu intermédio, se aproximam de Deus, uma vez que está sempre vivo, para interceder por eles.” (Catecismo da Igreja Católica, 2634)

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