Quando a casa transbordou arte

Quando a casa transbordou arte

Paula Rodrigues, 191 é o endereço da casa da qual um dia a arte transbordou. “Engraçado” - as pessoas comentavam ao longo dos anos - “se é uma casa cheia de artistas, porque que não tinha arte sempre?”. A verdade é que não se é artista só quando atuam, cantam, interpretam, dançam, se é artista sempre. Tomo aqui emprestado as palavras do nosso grande poeta Ferreira Gullar “A arte existe porque a vida não basta!”.

A casa respirava arte; nós, artistas ou não, apresentando-se ou não, éramos a casa. Os sorrisos evangelizavam, os corações batiam em louvor a Deus, o zelo por Tua casa os consumiam, a arte transbordava. Meninas se arrumando na sala de dança, outras dançando em um canto da casa, outros tocando e passando a música. Qual o figurino? Qual o tom? Trouxe o violão? Você já aqueceu a voz? Risos, histórias, partilhas, louvor, leveza, liberdade. Ah, como seria bom se nunca esquecêssemos de onde a arte nasceu... A arte vem do Coração do Artista, a Arte é livre, a Arte é leve, a Arte é! Somos, É, sou!

Assim como Santa Teresinha dizia que, para ela, a oração é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da provação, como no meio da alegria; enfim, é algo de grande, de sobrenatural, que me dilata a alma e me une a Jesus.  Assim foi o Sarau das Artes Recado 2016, uma oração comunitária diferente, diferentes dons, diferentes interpretações, diferentes moradas e grupos, mas unidos por um mesmo carisma: o Louvor e a Alegria. Sou feliz por ser Recado!

 

Por Victorya Vieira, Membro da Comunidade Recado

(Acerca do Sarau das Artes que aconteceu na Comunidade Recado no dia 9 de dezembro de 2016)

 

 

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