Música e Igreja: A Polifonia e o surgimento do Organum Livre

Música e Igreja: A Polifonia e o surgimento do Organum Livre

Texto 7 da Série "Música e Igreja".

Como foi mencionada em textos anteriores a textura musical, ou seja, a organização da relação entre harmonia e melodia pode se dar de maneira monofônica (temos como exemplo a primeira fase do cantochão), polifônica (podemos ilustrar com a abertura de vozes dentro também do cantochão) e homofônica (podemos ilustrar esse conceito com a formação de voz e violão, de modo geral sendo a textura mais utilizada nos dias de hoje nas paróquias).

As primeiras manifestações da polifonia dentro do cantochão é representado pelo Organum paralelo, com a voz organal em um intervalo inferior, de quarta e quinta em relação a voz principal.

Nos séculos adiante, a voz organal, que desempenhava a função de duplicação da voz principal se desdobrou de maneiras diferentes: nasce o “Organum Livre”. Nesse estilo encontramos o movimento contrário, oblíquo e paralelo; dando mais liberdade para a movimentação das vozes.

No próximo texto descreveremos como funciona os três movimentos da voz organal (que a grosso modo pode ser descrita como uma “segunda voz” no cantochão).

 

Bibliografia:

BENNETT, Roy. Uma breve história da música. Tradução Maria Teresa Resende Costa-Rio de Janeiro. Zahar. 1986.

 

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