ARTISTA, você é perseverante nas suas convicções?

ARTISTA, você é perseverante nas suas convicções?

O Livro "A Arte de Louvar", traz uma reflexão aos artistas, que parte justamente do texto da 1ª Leitura da Lirturgia de hoje: Daniel 3. Confira! Questione-se!

Eu acredito que, para nós, artistas, neste tempo que a gente está vivendo hoje, a história desses três jovens nos ensina muito com relação à perseverança nas nossas convicções. Hoje o mundo é muito apelativo com relação à fama, ao sucesso, a ter resposta rápida, a ter, a ser uma pessoa mediática, a sermos artistas mediáticos, que necessariamente precisam agradar a multidões, e muitas vezes já vi artistas sendo profundamente questionados até mesmo em sua fé, em sua convicção, porque entraram numa linha de querer agradar, de estar na moda, de seguir uma tendência atual, que isso ou aquilo é que faz sucesso, é que chega nas pessoas, agora o lance é fazer isso, agora a moda é aquilo, que se perderam completamente na sua identidade pessoal, na sua missão pessoal.

O episódio da fornalha ardente com esses três jovens perseverantes e fiéis às suas convicções nos ilumina, nos questiona a respeito de como está, de como anda a nossa fidelidade, naquilo que é nossa missão específica, pessoal. Deus, quando cria e dá o dom a um artista de um determinado ministério, é prova que isso tudo faz parte de um grande projeto, de um grande plano de salvação para um povo que nós não conhecemos, mas que Ele conhece e ama profundamente. E é muito importante que nós tenhamos muito claramente em nós para que fomos criados, para quem fomos criados, para que permaneçamos fiéis a este nosso chamado pessoal, para que nós não nos deixemos corromper por propostas ou mesmo por pessoas que tentem forçar a barra como Nabucodonosor tentou forçar com relação a esses jovens, pela força, pelo poder, pelo autoritarismo, pela ameaça. Quantos artistas podem já ter sido questionados quanto à sua missão pessoal, ao seu projeto pessoal, ao seu plano pessoal, à sua missão pessoal com relação a musica, ou ao teatro, ou à dança, à sua maneira de se expressar por pessoas que ameaçavam dizendo “ninguém gosta mais disso, ninguém aceita mais isso, isso não é algo que dá mais ibope ou dinheiro, ou dá fama, você precisa mudar ou se reinventar porque senão você vai ficar de fora”. Quantas pessoas podem ter sido ameaçadas em tons desse jeito, então eu acredito que este capítulo vem nos questionar com relação à nossa fidelidade à nossa missão pessoal. É muito importante você saber quem é você, para que Deus te criou, qual é a missão pessoal, específica do teu ministério, da tua arte. Qual é o teu papel. A beleza da Igreja está exatamente em não ser uniforme, mas na unidade que é uma riqueza harmoniosa no meio de uma imensa diversidade.

Fonte: TOZADORE, H.; CARVALHO, L. A Arte de Louvar. 2016.

Foto: RCC Brasil - ENF 2016.

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