Afinal, quem eu adorarei?

Afinal, quem eu adorarei?

“Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. (Lc 4:8).

É comum na história da humanidade a idolatria a vários personagens que produzimos e reproduzimos com vários adjetivos: ídolo, rei, rainha, furacão, fenômeno, imperador, etc., colocaram estes seres (animados ou inanimados) como deuses dos quais estão acima do bem e do mal, preenchendo em nossas vidas um vazio, composto de desejos efêmeros, que é parte das inquietações humanas em constante mutação.

O homem evolui, e os ídolos também não ficam atrás. Eles acompanham de muito perto essas transformações enxergando muito bem seu público, focando e dinamizando suas atenções numa sociedade do consumo e repleta de falsas ideologias. Essa alienação que nos contamina revela que ainda somos cristãos incoerentes e ignorantes na vivência da radicalidade no segmento de Cristo, quer seja nos discursos, quer seja nas ações.  

Assim, colocamos em xeque o principal dogma da Igreja Católica: a Trindade, com práticas que eram para ser abominadas em nosso meio através da profanação do corpo místico de Cristo. Contudo somos surpreendidos a cada dia com uma grande parte de uma mídia medíocre, que corrobora avassaladoramente, para o estágio em que nos encontramos de paralisia, mornidão, cegueira, surdez espiritual fabricando signos que nos ludibriam e nos acostumam a cultuar e assim vão nos afastando do projeto salvífico de Deus.

Tenhamos cuidado com esses ídolos, pois são vaidosos, querem estar sempre sobre os holofotes. E isso também se insere no universo cristão, no qual os “ídolos católicos” querem fazer de cada altar um palco ou todo palco se transforma num altar para eles, esquecendo que “não fazemos nada para nós”, e “tudo é para a glória de Deus”.

A Igreja, o cristão existe antes de tudo para o louvor e exaltação de Deus glorioso. Mantendo os nossos olhos postos no Senhor, pois é mandamento da lei de Deus, é palavra proclamada no Evangelho “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. (Lc 4:8).

Portanto, não ultrajemos a glória de Deus. Do Agnus Dei a Cristo-Rei Ele é o único que é santo e digno de toda honra, louvor e adoração pelos séculos sem fim. E certos de seguir o caminho guiados pelo bom pastor, que é verdade e vida, almejemos o lugar mais alto que poderia estar o povo escolhido, separado e sedento por Deus: aos pés da cruz!

 

Por: Antonio Tadeu Pinto Soares Junior

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