A masturbação pode atrapalhar meu serviço?

A masturbação pode atrapalhar meu serviço?

Sim, a masturbação pode atrapalhar o seu serviço na Igreja. Como qualquer pecado, ela pode causar maiores problemas na medida em que é feita de forma intensa. Mas, como ela pode prejudicar uma vez que a masturbação é um pecado cometido sozinho? Mesmo não requisitando outra pessoa ou a possibilidade de se ferir alguém, a masturbação colabora para atingir a mentalidade de quem pratica. E isso pode trazer consequências complicadas.

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A masturbação pode fazer com que eu veja as outras pessoas tão somente como objetos de prazer sexual. Com isso, pode haver um comprometimento da visão do outro dentro do contexto da fraternidade cristã. A masturbação pode ser a porta de entrada para relacionamentos não muito saudáveis com irmãos e irmãs do meu ministério. E a partir desses relacionamentos todo um serviço pode não acontecer bem. Além disso, é comum que as pessoas com problemas na masturbação estejam acompanhadas de problemas com pornografia. Devido às facilidades que a internet proporciona a isso pode se chegar a um caso onde a pessoa empregue boas horas do seu dia navegando em sites desse tipo. Um tempo que poderia ser muito melhor empregado no serviço de evangelização ou na oração. E se minha oração não acontece bem como eu posso servir bem?

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É importante lembrar que o texto trata das possibilidades de prejuízos que masturbação traz para o serviço cristão. Pode ser que ela não esteja acontecendo em um nível que prejudique o seu serviço, o que não significa dizer que ela deixa de ser pecado porque acontece poucas vezes ou mesmo de uma forma que não interfira no seu serviço. Mesmo nesses casos ela traz prejuízos ao indivíduo que a exerce dentro da visão da moral católica. A masturbação é um pecado individual, mas que pode se estender a outras pessoas. É importante estarmos atentos a isso e não relaxarmos em nossos esforços em vencer esse tipo de pecado. Em alguns casos, a pessoa pode dar preferência em lutar com determinados tipos de pecados que podemos chamar de públicos, pecados estes que afetam a maneira como as pessoas nos veem, pois elas têm mais chances de descobrirem o que fizemos de errado e se decepcionarem conosco. Nesse caso a preocupação com a imagem vence o desejo de santidade. Precisamos lutar também contra esses pecados mais privados, pecados esses que talvez nunca ninguém descubra. Realidades que só Deus sabe, mas é justamente para Deus que lutamos contra nós mesmos.

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Que se renove em cada um de nós o desejo de lutarmos para que nada atrapalhe nosso serviço para Jesus. Se escolhemos entrar para esse serviço, precisamos nos adequar às regras morais que esse serviço requer. Mesmo que ninguém esteja vendo.

 

Por Leonardo Falconeri, Psicólogo, Compromissado da Comunidade Recado

 

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